Revista ELO 11 / 12

Index

“Nota Introdutória”, Isabel Cardigos

Depoimentos sobre Julio Camarena, Carlos González Sanz, José Manuel Pedrosa, Maxime Chevalier

Bibliografia de Julio Camarena

La Fille de Thalassa, Anna Angelopoulos

A Tradição Oral no Antigo Testamento. II Vida de José: Ninho de Contos Populares, Julio Camarena Laucirica

Nacionalismo y Poesía Popular. Manuel Murguía y la Invención de un Romancero Gallego Apócrifo, Jesús-Antonio Cid

Análise Comparativa do Conto 714 de Camarena-Chevalier, partes II-IV, Georges T. Dodds

Afuera, Afuera, Rodrigo: Uma Reinterpretação, Manuel da Costa Fontes

Apostillas al Catálogo Tipológico del Cuento Español, José Fradejas Lebrero

Um Diálogo de Dedos de Assunto Anticlerical, J. M. Fraile Gil

La Duplicitat d’Objectes Màgics a la História d’Aladdín i a una Rondalla d’Antoni M. Alcover, Josep A. Grimalt

Una Cena que Conduz al Matrimonio: la Antropofagía en el Cuento-tipo AT 311, Manuela Katrinak

Variantes e Invariantes na Literatura Oral, Bráulio do Nascimento

Para uma Teoria da Anedota Popular Portuguesa, Carlos Nogueira

Tema do Morto Agradecido nunha Versión Galega, Camiño Noia Campos

El Primer a Veure Sortir el Sol (ATU 120) : una Rondalla d’Enginy amb Presència Internacional, Carme Oriol

Ogros, Brujos, Vampiros, Fantasmas: la Lógica del Oponente frente a la Lógica del Héroe, José Manuel Pedrosa

Inovação, Persistência e Auto-Correcção: O Caso de Branca de Neve, Christine Shojaei Kawan

Poésies Populaires de la France: A Colecção Fortoul de Canções Populares Francesas (1853-1855), Michèle Simonsen


Resumos

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La Fille de Thalassa

Anna Angelopoulos

A “Filha do Mar”, narrativa de tradição oral mediterrânica, relata os feitos e os gestos duma divindade marinha que passa por provas de humanização. Esta narrativa (AT 898) forma o subtipo dum bem conhecido conto novelesco de origem mediterrânica, The Daughter of the Sun (AT 898*). Considero que “A Filha do Mar” faz parte dos contos novelescos, pelo seu cariz jocoso e às vezes mesmo escatológico, típico das versões gregas. Com efeito a história começa por uma cena em que uma velha deita ao mar um bacio cheio de excrementos, e é esse gesto que vai provocar o aparecimento da Filha do Mar, que permanece muda diante do marido durante muitos anos.

Por outro lado, comparo a heroína grega com Dona Marinha, do Livro de Linhagens do Conde Dom Pedro (finais do séc. XIV). Dona Marinha é uma outra representação da Filha do Mar. A comparação mostra que a fundadora da linhagem dos Marinho é uma deusa maternal, enquanto a Nereida grega permanece sem descendência.

Ambas estão fechadas no mutismo característico das filhas da água. Mas a Filha do Mar permanece indomável. Assim, recupera a palavra quando, após várias provas que ela impõe ao marido, ele finalmente reconhece a sua ascendência sobrenatural.

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A Tradição Oral no Antigo Testamento. II Vida de José: Ninho de Contos Populares

Julio Camarena Laucirica

Estamos perante o segundo de três artigos sobre textos do Antigo Testamento e atradição oral. O primeiro (ELO, 9-10) centrou-se na história de Judá e Tamar e este segundo incide na história de José (ambas do Livro do Génesis). Nele se chama a atenção para a duplicação de narrativas aplicadas a diferentes personagens (Rebeca e Raquel; Esaú e Jacob; José e Benjamim), como se versões duma mesma narrativa se desdobrassem dentro do próprio texto bíblico. Examina-se também a recorrência na Bíblia da simpatia pela supremacia do irmão mais novo (“Junior Right”), contrariando a lei dos direitos do irmão mais velho. Exemplifica-se com dois contos da tradição oral o tema do irmão mais novo, vítima da inveja dos mais velhos e triunfante no desfecho, tão familiar na tradição oral e tão próxima da história de José.

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Nacionalismo y Poesía Popular. Manuel Murguía y la Invención de un Romancero Gallego Apócrifo

Jesús-Antonio Cid

La anómala situación de los estudios sobre el Romancero de Galicia, y la indefinición de su propio estatuto como rama del Romancero hispánico, tienen su origen, en última instancia, en las posturas cambiantes que adoptó el primer nacionalismo cultural gallego, por razones ideológicas, ante el género de la poesía oral narrativa.

Manuel Murguía es considerado hoy, por la amplitud y el eco de su obra, además de por su longevidad (1833-1923) y su papel como impulsor y heredero de la obra poética en gallego de Rosalía de Castro, como indiscutible padre fundador del galleguismo. Un nacionalismo gallego fundamentado en la tradición histórica y cultural tenía forzosamente que conceder gran importancia a las producciones de la poesía narrativa popular, como sucedió en el resto de la Europa coetánea. Sin embargo, a la altura de los 1860, se conocían solo muy escasas muestras de romances en Galicia, y su lengua era básicamente el castellano. El Romancero era así inservible como seña de identidad nacional o regional, y Murguía decidió dar la vuelta al argumento: la inexistencia de un Romancero gallego era en sí misma la prueba de un rasgo diferencial definitorio frente a Castilla. El conocimiento del Romancero portugués y una incipiente exploración de la tradición oral gallega llevaron, pocos años después, al “patriarca” a afirmar no sólo la existencia sino el esplendor de un Romanero gallego con características singulares. Tal romancero ha resultado ser producto de mixtificaciones de diverso grado realizadas por el propio Murguía y otros folcloristas. Se publica en este artículo la primera parte de un estudio, que irá seguida ulteriormente del inventario completo y análisis crítico de los romances gallegos alegados, y nunca publicados en colección, por Murguía.

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Análise Comparativa do Conto 714 de Camarena-Chevalier, partes II-IV

Georges T. Dodds

Primeira parte de um artigo sobre um conto-tipo que, não estando registado nos catálogos internacionais, foi classificado no Catálogo de Camarena e Chevalier com o nº [714]. É a história duma mulher abandonada numa ilha desabitada e que é forçada a tornar-se mulher de um grande símio. Quando vem a ser socorrida pela tripulação dum navio que aporta à ilha, o símio mata o filho à vista da mãe. Os relatos mais recuados desta história remetem-na para os “Anais de Castanheda”. Embora a narrativa esteja ausente da História de Fernão Lopes Castanheda, aparece na tradição oral portuguesa. Nesta primeira parte do artigo dá-se conta da tradição escrita (e oral) desta narrativa também em Espanha, Itália, França e Inglaterra.

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Afuera, Afuera, Rodrigo: Uma Reinterpretação

Manuel da Costa Fontes

No romance Afuera, afuera, Rodrigo, a infanta D. Urraca, do alto das muralhas de Zamora, ralha com o Cid por ele participar no cerco que o rei D. Sancho lhe tinha posto à cidade. Este romance tem sido interpretado como uma simples briga entre ex-amantes, mas a má reputação da princesa e a utilização de palavras cujo duplo sentido era corrente na época sugerem a possibilidade de outro significado. A princesa é colocada numa torre deliberamente sexualizada, visto que se trata duma “torre mocha” (sem espiral), lembra ao Cid que tinha ajudado a armá-lo “cavaleiro”, calçando-lhe as “esporas”, e acusa-o de se ter esquecido de que ela o amava, preferindo casar-se com Ximena Gómez. A versão de Timoneda intercala aqui dois versos que demonstram como estas palavras incomodam o herói, o qual responde à princesa que, se lhe parece bem, está pronto para desfazer o casamento, ou seja, para se deitar com ela. Urraca aceita logo a proposta. Na referida versão de Timoneda, o Cid, com grande angústia, manda aos homens do destacamento que o acompanha que se retirem imediatamente. Embora sem ferro na ponta, a seta disparada contra ele tinha-lhe trespassado o coração, de modo que não tinha remédio senão viver sempre “penado”. Por outras palavras, tinha necessidade urgente de ficar sozinho com a princesa (note-se que o termo “pena” era frequentemente usada com um sentido fálico).

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Apostillas al Catálogo Tipológico del Cuento Español

José Fradejas Lebrero

Intento agradecer una vida de excelente trabajo de Julio Camarena y disculparme por no haber publicado antes estas notas sobre tres tipos de cuentos los que he hallado más versiones literarias. Tipo 63: ofrezco seis versiones -prosa y verso- de los siglos XVI-XX; Tipo 110: amplío los utilizados por Baum (1919) y por mi (1981); Tipo 155a: explico la posible corrección del Tipo y la divergencia de fuentes, a veces coexistentes en un mismo autor del siglo XVI.

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Um Diálogo de Dedos de Assunto Anticlerical

J. M. Fraile Gil

Em Espanha, a memória colectiva preservou um texto dialogado de assunto anticlerical e de estilo muito castiço e tradicional. Trata-se de um jogo infantil que, com aparente ingenuidade, converte em actores os dedos polegar, médio e mindinho da própria mão. Estes três dedos representam um clérigo luxurioso, uma dama (que ele visita e aceita os seus favores) e uma criada, que protesta por esses encontros, tentando salvar a honra do patrão. Num manuscrito da segunda década do séc. XVII, existe um longo texto (que, por indicações que se dão no começo, parece que deveria ser cantado), o qual apresenta o mesmo assunto e as mesmas personagens do referido jogo infantil. Portanto, mais uma vez, a tradição oral salvou do esquecimento uma obra literária, que, convenientemente transformada e reduzida ao essencial, chegou até nós dentro do amplo e heterogéneo mundo da literatura oral para uso das crianças.

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La Duplicitat d’Objectes Màgics a la História d’Aladdín i a una Rondalla d’Antoni M. Alcover

Josep A. Grimalt

A história de Aladino, tal como aparece em muitas edições de As Mil e uma Noites, contém uma particularidade que a afasta das leis da economia do conto popular, em relação às quais se mostra um tanto incoerente: a presença de dois objectos mágicos com poderes ilimitados: o anel e a lâmpada. As versões do conto que achamos em As Mil e uma Noites são muito literárias, mas no seu conteúdo podemos reconhecer o tipo 561 do Índice de Aarne-Thompson. A versão de Galland, da qual poderiam derivar todas as outras, até as dos textos redigidos em árabe, procede de Hanna Diab, que lhe deu uma versão escrita. Uma versão desse tipo, recolhida por Antoni M. Alcover da tradição oral de Maiorca, também contém a duplicidade de objectos mágicos. Charlotte R. Long viu no primeiro episódio do conto de Aladino o rasto do roubo dum túmulo egípcio; na versão de Alcover, dentro da caverna onde o herói acha a lâmpada, há um cadáver, detalhe que a torna singular.

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Una Cena que Conduz al Matrimonio: la Antropofagía en el Cuento-tipo AT 311

Manuela Katrinak

El cuento de “Las tres hermanas rescatadas del ogro” (AT 311) es conocido en toda Europa y se presenta en dos formas narrativas: en la primera (difundida en el sureste de Europa, los países eslavos y quizás en el resto del Mediterráneo), la heroína es entregada por sus padres a un ogro y debe a continuación cometer un acto canibálico para casarse con el ogro y para poder rescatar a sus hermanas. En la segunda, dominante en los países del Norte y Oeste, el motivo de la antropofagia es sustituido por el de la prohibición de entrar a una habitación. La tradición griega, que prefiere la prueba canibálica, nos sirve aquí como base para examinar la función y el sentido de la antropofagia en el marco de este cuento. A través de la multitud de las versiones helenófonas intentamos examinar la hipótesis propuesta: que la problemática de este cuento concierne la percepción de la sexualidad y la madurez femenina. La prueba canibálica resulta ser una prueba que califica a la heroína como digna del estatus de mujer casada, es decir como digna del destino de los héroes y de las heroínas del cuento maravilloso.

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Variantes e Invariantes na Literatura Oral

Bráulio do Nascimento

A redefinição da variante é um tema presente nos estudos da literatura oral. A conceituação ou reconceituação é tarefa imprescindível, como tem sido assinalado, para a qualificação e especificação de suas reais funções no texto oral. O autor referencia algumas propostas já formuladas para equacionamento do problema em assunto que exige consenso. Ainda não se obteve unanimidade na distinção entre as diversas realizações de um conto ou romance e os elementos diferenciadores de seu texto no nível discursivo. Atribui-se a fenômenos diferentes a mesma denominação de variante, acarretando ambigüidade no estudo e análise dos textos orais, fato agravado pela atuação contraditória da variante como elemento preservador da invariante fabular. A contribuição do autor é no sentido de qualificar a variante, ressaltando a importância de adoção das denominações diferenciadoras de versão e variante, estabelecidas desde os princípios do século XX.

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Para uma Teoria da Anedota Popular Portuguesa

Carlos Nogueira

Corpo errático e volátil por excelência, a anedota constitui porventura o género do discurso através do qual uma comunidade (conceito, como se sabe, cada vez mais alargado) mais dinâmica e prontamente comenta os sentidos dos múltiplos fenómenos –éticos, culturais, filosóficos, pragmáticos, etc.– com que a cada passo se confronta e (re)constrói. Operando, antes de mais, em termos de uma concepção lúdica da vida, a anedota distende-se por múltiplas e versáteis conformações de natureza tipológica, tropológica e topológica.


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Tema do Morto Agradecido nunha Versión Galega

Camiño Noia Campos

Neste artigo analízase a única versión do tipo 505 (The Grateful Dead) rexistrada en lingua galega comparándoa coa versión portuguesa recollida por Maria Leonor Buescu, en Monsanto da Beira (Portugal). Despois de presentar os argumentos dos dous contos e o da antiga fonte escrita do conto, O Libro de Tobías da Biblia, o estudo céntrase na figura do “morto” como elemento caracterizador do conto galego. Este personaxe está representado por un aparecido que ven do Outro Mundo en busca dunha persoa que lle pague as débedas para poder obter a salvación eterna. Fálase das características dos mortos que regresan do Purgatorio, coñecidos como aparecidos, e da responsabilidade da Igrexa como produtora das crenzas sobre os mortos que precisan axuda dos vivos para conseguir o Paraíso. Na última parte do artigo trátanse as relacións entre oralidade e escritura, exemplificando co traxecto percorrido polo conto galego.

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El Primer a Veure Sortir el Sol (ATU 120) : una Rondalla d’Enginy amb Presència Internacional

Carme Oriol

L’article té com objectiu investigar els orígens i la presència internacional de la rondalla tipus ATU 120. A partir de les versions publicades en els diferents països, es realitza un estudi comparatiu de la rondalla que té en compte aspectes com la forma, el contingut, l’ús i la combinabilitat amb altres tipus rondallístics. Així mateix, es posa de manifest el paral·lelisme d’aquesta rondalla amb d’altres de molt properes que no tenen entrada al catàleg tipològic internacional.

Carme Oriol, “El Primer a Veure Sortir el Sol (ATU 120): Una Rondalla d’Enginy amb Presència Internacional”

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Ogros, Brujos, Vampiros, Fantasmas: la Lógica del Oponente frente a la Lógica del Héroe

José Manuel Pedrosa

El oponente es figura clave en todos los cuentos maravillosos, novelescos, de ogro, etc. Es un personaje que tiene rasgos opuestos y al mismo tiempo complementarios a los del héroe y a los del auxiliar. Oposiciones de especie (animal o salvaje/ humano), de género (hombre/mujer), de edad (joven/viejo), de capacidades (no mago/mago), etc. articulan las relaciones entre los tres tipos básicos de personajes de un modo que, visto en su conjunto, parece ajustarse a una especie de gramática muy lógica y definida.

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Inovação, Persistência e Auto-Correcção: O Caso de Branca de Neve

Christine Shojaei Kawan

Branca de Neve é um dos contos mais conhecidos, graças aos irmãos Grimm e depois a Walt Disney. Além disso, o tipo Branca de Neve é representado por um abrangente corpus internacional de contos tradicionais com traços independentes.

Desde a primeira versão manuscrita (1808) até à segunda edição dos seus Contos (1819), os irmãos Grimm fizeram modificações significativas no seu conto, especialmente no que respeita à figura do antagonista, o episódio da expulsão e a ressurreição. Se a heroína que apresentaram ao público, a menina “branca como a neve, vermelha como o sangue e negra como o ébano” não é uma criação inteiramente nova, foi sob o impacto da colecção dos Grimm que este tipo de beleza se tornou numa figura recorrente no imaginário dos contos de fadas.

Por outro lado, tendo em conta o sucesso esmagador da Branca de Neve dos Grimm, é notável como tantas versões populares permaneceram fora do alcance da tradição criada pelos Grimm. Um exemplo surpreendente é o episódio do luto do príncipe pela bela donzela, que se manteve um traço típico das versões populares, embora os Grimm, que o haviam adoptado na sua primeira edição (1812), o omitissem na segunda, introduzindo em vez dele a solução rápida do acidente.

A Branca de Neve também oferece uma oportunidade de reconsiderar o efeito de auto-correcção de Walter Andersen, formulada na década de 1920, sob uma perspectiva de longo prazo: segundo ela, concepções inerentes vão sendo corrigidas sempre que são alteradas, como acontece com o episódio da casa na floresta das versões populares e nas mais recentes derivações da tradição do conto escrito (e/ou Disney), em anedotas, filmes, paródias. Traços que parecem ser inovadores são de facto tradicionais.

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Poésies Populaires de la France: A Colecção Fortoul de Canções Populares Francesas (1853-1855)

Michèle Simonsen

Em 1852, por ordem do futuro imperador Napoleão III, o ministro francês da Educação Pública Hyppolye Fortoul lançou uma campanha oficial a nível nacional para a recolha de canções populares francesas que seriam publicadas como um “monumento” à história de França segundo o espírito romântico-nacionalista. A recolha foi organizada duma forma muito centralizada, e acompanhada por um longo guia de instruções elaborado por Jean-Jacques Ampère para a recolha de textos e M. Vincent para a anotação de melodias. Como resultado desta campanha, um grande número de canções foram enviadas ao ministério, muitas delas com anotações musicais e informações sobre o contexto. Este imenso material nunca foi publicado completo, e encontra-se agora na secção de manuscritos da Biblioteca Nacional, Paris: Poésies populaires de France. A colecção Fortoul, sejam quais forem as suas falhas, constitui uma preciosa fonte de materiais e, juntamente com o guia de Instruções, apresenta um imenso interesse para a história da pesquisa sobre a canção tradicional em França. Merece certamente ser objecto de um extenso estudo académico.

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